Small Groups

Small Groups (SG) é um formato de aula que envolve de 2 a 6 praticantes. Pode ser realizado em ambientes fechados (Indoor) ou abertos (outdoor). Uma metodologia para grupos pequenos que requer algumas características diferenciadas do Big Groups – coletivas e do Personal Training. Há um tempo o serviço de treinamento personalizado é utilizado devido a fatores como: praticidade, comodidade, melhores resultados de forma mais eficiente, maior privacidade, melhores hábitos, qualidade, organização dos horários, dentre outros (DeGaray et al. 2008). O diferencial do Small Groups em relação ao Personal Training (treinamento personalizado – 1 aluno para 1 professor) é a motivação dos alunos “intergrupo”, ou seja, de forma coesa um motiva o outro e se beneficiam com uma orientação planejada e otimizada quanto aos objetivos. O professor apresenta uma “qualidade na prescrição” e nos recursos materiais como uma das características principais, devido à um maior controle das varáveis do treinamento físico. O professor deve ter uma prévia formação com o método que irá prescrever (i.e., circuito, musculação) para trabalhar com Small Groups. A remuneração do SG é superior ao Personal Training e, o aluno tem um investimento menor do que se estivesse treinando sozinho com o Personal. A atenção é direcionada aos alunos o tempo todo, além de proporcionar adaptações emergenciais quanto às prescrições no caso de ocorrência de fatores intervenientes, por isso a formação profissional é necessária. É preciso um conhecimento claro dos processos de aprendizagem e das influências psicológicas sobre o aprendizado e a mudança de comportamento, para que essas modificações sejam positivas no Small Groups. Os princípios do SG para o aprendizado do movimento requerem que o professor identifique a forma que este aluno “aprende” a realizar o movimento. Há 3 tipos de alunos quanto a forma de “aprender”: visual, verbal e cinestésica, identificar é um dos procedimentos na montagem das aulas de SG. E, as fases de aprendizagem (i.e., cognitiva, associativa e automática). A periodização apresenta os microciclos como a ferramenta base de diagnósticos e feedback –
(Texto by Garay, LC; 2017).

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